Sempre que tudo parece tão errado,
Sempre que tudo parece tão errado,
Eu me agarro a sua voz,
Aos seus braços....
E meu destino parece acirrado....
Ah, eu quero fugir dessa realidade dura ...
Que me dói, me dilacera, me perfura....
Sempre que dói, eu conto ao dias,
Os meses, as horas...
Pra ver se sobrevivo a essa escuridão...
Sobrevivo ao breu, a imensidão....
Que ecoa....
Na mansidão das horas...
Todos os caminhos me levam até você...
A tarde cai, e crepúsculo ecoa...
O céu, tão lindo destoa...
O caos da cidade....
Na imensidão das horas
você sempre estende a mão...
E alivia meu pesar, minha desilusão...
E eu ...
Eu conto os meses, os dias...
As horas, ah ... Então percebo que....
Todos os caminhos até você...
Eu já conheço....
E então,
Sempre existiram as horas , meu querido,
Sempre que der,
Sempre que eu puder...
Sempre, enquanto eu respirar, existirá eu e você...
Foto por : Diego Gregório (Xester) .
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